14% dos brasileiros recorrem à poupança para gastos
Com endividamento elevado, cerca de 14% dos brasileiros têm recorrido à poupança para despesas do dia a dia, aponta faixa considerada ‘alta’ pela FGV.
A pressão dos compromissos financeiros faz com que parte da população utilize a poupança para pagar contas e despesas rotineiras, sacrificando reservas destinadas a emergências e investimentos futuros.
Segundo a Fundação Getulio Vargas, a proporção de pessoas que usa a poupança em gastos correntes fica entre 13,4% e 14,2%, intervalo considerado “alto” pela instituição e indicador de fragilidade financeira.
O movimento de retirada de recursos da poupança reflete contexto de renda apertada, aumento do custo de vida e endividamento persistente entre as famílias. Conforme divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Quem recorre à poupança
Principalmente famílias com renda reduzida e comprometimento de renda mensal têm buscado a poupança para pagar contas essenciais, como alimentos, energia e parcelas, mostrando maior vulnerabilidade a choques.
Por que cresce o uso da poupança
A combinação de inflação, juros altos e perda do poder de compra empurra consumidores a usar a poupança. Crédito mais caro e o aumento das dívidas elevam a necessidade de acessar reservas imediatas.
Riscos e alternativas
Especialistas alertam que usar a poupança corrói as reservas para emergências. Alternativas incluem renegociação de dívidas, revisão do orçamento e procurar instrumentos com melhor rendimento sem extinguir o fundo de proteção.


