Operação conjunta com os EUA levou o navio Minerva a retornar às águas venezuelanas; PDVSA afirma que a embarcação saiu sem autorização e será protegida
O governo venezuelano anunciou que o petroleiro Minerva está navegando de volta ao país após uma ação conjunta com os Estados Unidos. A estatal PDVSA informou que a embarcação deixou a Venezuela sem pagamento nem autorização.
O presidente Donald Trump publicou em rede social que, em coordenação com autoridades interinas venezuelanas, o navio foi apreendido e que o petróleo será vendido via o Grande Acordo Energético criado para esse tipo de operação.
A operação ocorreu no mesmo dia em que a autodenominada presidente interina Delcy Rodríguez tratou da abertura de embaixadas e disse que a resposta à intervenção será pela diplomacia bolivariana de paz, para proteger o povo e garantir retornos políticos, conforme divulgado pela Reuters.
Detalhes da operação
Em comunicado, a PDVSA afirmou que, graças à ação conjunta, o navio segue em regresso às águas venezuelanas para receber proteção e providências cabíveis. A estatal reiterou que a saída anterior ocorreu sem autorização e sem pagamento.
Posicionamentos oficiais
Donald Trump descreveu a apreensão como coordenada com autoridades interinas e apontou que a carga será alienada por acordo energético. Delcy Rodríguez ressaltou que usará a diplomacia para defender soberania e estabilidade.
Impactos e próximos passos
O caso abre disputas jurídicas e políticas sobre a propriedade do petróleo e a competência para vender a carga. Autoridades venezuelanas e atores internacionais deverão acompanhar a escolta, a investigação e as decisões sobre a carga.

