Alarmes não dispararam em prédios de Hong Kong e mortes
Alarmes não dispararam em prédios de Hong Kong após incêndio em Wang Fuk Court; 128 mortos, 79 feridos e 80 corpos não identificados. Autoridades investigam.
Um incêndio em oito torres do conjunto Wang Fuk Court deixou ao menos 128 mortos e expôs falhas nos sistemas de segurança. Testes dos bombeiros apontaram que os alarmes não dispararam, segundo autoridades locais.
As equipes informaram que o resgate foi concluído e que há 79 feridos, entre eles 12 bombeiros. Cerca de 200 pessoas seguem sem confirmação de paradeiro, total que inclui os 80 corpos não identificados.
As autoridades anunciaram que vão processar a empreiteira responsável pelas reformas e que a polícia abriu investigação sobre negligência e possíveis irregularidades nas obras, conforme divulgado pela FolhaPress.
Falha dos alarmes e responsabilidade
O diretor do Corpo de Bombeiros, Andy Yeung Yan-kin, afirmou que os testes técnicas confirmaram relatos de moradores: os alarmes não funcionaram. A corporação deve processar a empresa contratada pela reforma.
Vítimas e identificação
Das vítimas, 108 foram encontradas sem vida nos prédios. As famílias enfrentam o trabalho doloroso de identificar corpos por fotos e levantar restos, enquanto equipes aguardam queda da temperatura para perícia.
Investigação e prisões
A Comissão Independente contra a Corrupção prendeu suspeitos ligados às obras, incluindo dirigentes da empresa responsável. A polícia disse ter motivos para acreditar em negligência que agravou o incêndio, segundo declarações oficiais.
Riscos nas reformas e medidas
Moradores reclamaram das reformas e da malha protetora usada nos andaimes, considerada potencialmente inflamável. Autoridades também apontaram uso de espuma que selava janelas, itens que serão foco da apuração.


