Instalações da PDVSA não foram atingidas por ataques
PDVSA diz que produção e refino seguem normais após ações dos EUA; porto de La Guaira teve danos e empresa enfrenta ciberataque e queda de exportações.
Pelas primeiras avaliações internas, a PDVSA manteve produção e refino estáveis neste sábado, apesar das ações atribuídas aos Estados Unidos que visam pressionar a saída de Nicolás Maduro do poder.
Uma das fontes afirmou que o porto de La Guaira, próximo a Caracas, sofreu danos graves, mas não é usado para operações petrolíferas; as instalações-chave da estatal teriam permanecido ilesas.
Analistas e operadores dizem que as medidas americanas e apreensões reduziram exportações, e a estatal precisou armazenar cargas em navios-tanque; sistemas ainda operam com restrições após ciberataque.
conforme divulgado pela FolhaPress.
Situação operacional e risco cibernético
A PDVSA sinalizou continuidade das operações, mas avisa que o sistema administrativo não se recuperou totalmente do ciberataque de dezembro, que obrigou isolamento de terminais e uso de registros escritos.
Queda nas exportações e armazenamento em navios
Fontes e dados internos apontam que as exportações caíram para cerca da metade dos 950.000 barris por dia registrados em novembro, enquanto estoques aumentaram em navios-tanque por falta de embarcações.
Sanções dos EUA e contexto político
Desde 2019, sanções americanas visam asfixiar receitas do petróleo; Washington lançou bloqueios e apreensões de petroleiros, e autorizações recentes permitiram a algumas empresas, como a Chevron, atuar sob licença.


