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segunda-feira, 1 março, 2021 - 04:53 AM
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Ibaneis pretende iniciar vacinação de professores da rede pública do DF até março

A afirmação foi feita nesta manhã (25) durante visita a um laboratório farmacêutico em Santa Maria que produz a vacina russa Sputnik V contra a covid-19; governador diz que vai continuar seguindo o Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19

Por Cláudio Ulhoa

Em visita à fábrica Bthek Biotecnologia, no Polo de Desenvolvimento JK, na região administrativa de Santa Maria, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), disse que pretende iniciar a vacinação dos professores até a março. “Eu espero que até março, no início das aulas, a gente possa vacinar os nossos professores, para iniciar também as aulas (da rede pública) no Distrito Federal de forma presencial”, disse o governador.

A visita, no entanto, não muda os planos do governo, até o momento, que é o de seguir o Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 que está sendo conduzido pelo Ministério da Saúde. “Aqui no DF eu sigo o Plano Nacional de Imunização, e tem dado certo. As vacinas que têm chegado são distribuídas de forma racional pelo Ministério da Saúde”, disse. “Eu acredito que não deva se instalar uma corrida entre os estados para a compra da vacina. Nós temos de ter a vacina em quantidade para toda a população brasileira, porque, senão, nós não vamos conseguir atingir o que nós todos pretendemos, que é a imunização da população como um todo, diminuindo essa doença em todo o país”, completou.

Até que haja vacina para todos, as medidas preventivas continuam no DF. Os bares e restaurantes, por exemplo, só podem funcionar até às 23h. Porém, hoje, 20% das escolas particulares retomaram as aulas presenciais.

“A gente entende a reclamação de todos os eles [empresários e comerciantes], sabemos do impacto que ocorre na parte da economia, mas temos de nos preocupar com a nossa rede hospitalar e com a saúde da população, que nesse momento é o prioritário”, ressaltou Ibaneis.

A vacina produzida pela Bthek Biotecnologia é a Sputnik V, que foi a primeira vacina contra a covid-19 a ser descoberta no mundo. No caso da produção do imunizante no Brasil, ele, até o momento, não poderá ser usado em território nacional, já que não há autorização por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As doses da vacina russa produzidas em Santa Maria serão exportadas por outros países da América Latina, como Argentina e Bolívia.

De acordo com a União Química, que está instalado no DF desde 2017, caso a vacina venha a ser autorizada no Brasil, será possível produzir 8 milhões de doses do imunizante por mês.

*Cláudio Ulhoa – Jornalista, membro da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP

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