Protestos atingem todo o Irã e líder supremo ameaça
Protestos atingem todo o Irã com corte da internet e confrontos; líder supremo acusa mercenários a serviço de Trump e Israel e ameaça repressão.
Manifestações tomam ruas de várias cidades iranianas, reunindo pessoas que reclamam da crise econômica e do endurecimento do aparato de segurança. A dimensão dos atos surpreendeu autoridades e população local.
O governo aplicou um bloqueio amplo da internet, medida que dificulta a circulação de informação e a organização dos manifestantes. Organizações humanitárias alertam para restrições ao acesso à ajuda e à cobertura independente.
Os protestos começaram com queixas econômicas e se ampliaram para denúncias políticas, em um movimento que alcançou regiões diversas do país. As informações foram registradas por veículos locais e agências internacionais, conforme divulgado por veículos locais.
Corte de internet e isolamento
O bloqueio do tráfego online tem sido usado para limitar a mobilização e reduzir relatos ao exterior, deixando o país em grande parte isolado. Observadores apontam que a tática reduz a transparência e aumenta a opacidade dos eventos.
Origens e expansão dos protestos
A onda começou por insatisfação com altas no custo de vida e desemprego, mas ganhou escala política ao se espalhar para bairros e províncias. Em várias cidades, houve confrontos entre manifestantes e forças de segurança.
Reação do líder supremo e risco de repressão
O Aiatolá Khamenei responsabilizou, em discurso público, o que chamou de mercenários a serviço de potências estrangeiras, citando nomes ligados a governos como os dos Estados Unidos e de Israel. Autoridades vêm prometendo medidas duras para restabelecer a ordem.


